segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Panelinha Brigadeiro de Colher

 Gracinha de panela na medida para fazer brigadeiro.
É da Brisa presentes. Eu quero!!!

Hypnose

Essa semana estou com esse lindinho. Lindinho não, lindérrimo! A foto não reflete a real cor e lindeza dele mas gente, que absurdo de brilho! Na luz fica um escândalo! Adorei!!!

sábado, 28 de setembro de 2013

Capa de trançado de fita

Aprendi e me apaixonei em fazer essas capinhas com trançadinho de fita. 
Adoro o resultado! Vejam também o videozinho com passo a passo. 
Espero que também gostem. =)

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Presentinhos fofos

Muito amor ganhar presentinhos fofos, ainda mais sem ser 'data comemorativa', e mais ainda feitos a mão. Não tenho nem como descrever o quanto gostei dessas lindezinhas que vieram de uma amiga super querida. Apaixonada pela bolsinha e pelas mega úteis luvinhas de dedinhos de fora.
Obrigada amore! Você é muito especial pra mim!!! 
Ah, ela aceita encomendinhas lá pela fanpage no facebook. Super recomendada! Mãos de fadas talentosíssimas!

Até dormir!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Pequenos céus somados

O pássaro que voará mais alto é o pássaro que nunca desistiu de puxar a coleira.
Será a ave amarrada pelas patas que não se conformou com o confinamento da gaiola e que toda manhã esticará seu corpo até o máximo.
Até o máximo daquele dia.
Não pode se soltar, mas nem por isso se sentirá preso. Não é livre, mas nem por isso deixará de admirar a possibilidade de flanar.
Se não tem condições de brincar com as árvores, brincará com sua sombra.
Se não tem como brigar pela comida, valorizará o alpiste que recebe em sua tigela quebrando minuciosamente cada grão.
Se não tem vento para expor sua plumagem, baterá as asas para fazer vento em si.
Se não tem o sol na cara, levantará as unhas pelas barras das grades por um punhado de luz.
O pássaro que voará mais alto sempre é o que – enquanto não pode voar – canta, é o que – enquanto não pode subir – caminha, é o que – enquanto não pode planar – afia o bico.
Não reclamará da falta de opção, usará as opções que tem.
Não pode voar, mas treina seu voo esticando a coleira até o máximo. Até o máximo daquele dia.
Puxará a corrente ao limite. Somará pequenos céus com os centímetros de sua corrente.
Tudo o que voará depois será resultado de tudo o que andou em seus limites. Cinco passos repetidos à exaustão darão o condicionamento de quilômetros. Não estará destreinado para as alturas, já que exercitou seu fôlego no chão.
Não desistiu de avançar mesmo com a ausência de espaço. Não se restringiu a uma aparência apagada. Não se encabulou pelo sofrimento.
Quando não havia chance de sair dali, aproveitou a solidão para se conhecer.
Quando não havia com quem conversar, aproveitou o silêncio para afinamentos.
Deveria ser triste pelas suas circunstâncias, porém é feliz pelo temperamento.
Deveria ser melancólico pelo destino, porém é confiante no acaso.
O pássaro que desaparecerá um dia no alto das nuvens, como se fosse mais uma nuvem, foi o pássaro que jamais parou de tentar.
Só voará alto quem carregou suas penas.
Só voará alto aquele que criou seu lugar um pouco por vez, aquele que formou sua virtude em segredo, aquele que não culpou a vida para se manter parado.
Liberdade vem com o tempo, liberdade vem devagar, liberdade é esforço. Não ser do tamanho de nossa prisão, mas ser do tamanho de nossa vontade.
Carpinejar

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Poema à boca fechada

Não direi:
Que o silêncio me sufoca e amordaça.
Calado estou, calado ficarei,
Pois que a língua que falo é de outra raça.

Palavras consumidas se acumulam,
Se represam, cisterna de águas mortas,
Ácidas mágoas em limos transformadas,
Vaza de fundo em que há raízes tortas.

Não direi:
Que nem sequer o esforço de as dizer merecem,
Palavras que não digam quanto sei
Neste retiro em que me não conhecem.

Nem só lodos se arrastam, nem só lamas,
Nem só animais bóiam, mortos, medos,
Túrgidos frutos em cachos se entrelaçam
No negro poço de onde sobem dedos.

Só direi,
Crispadamente recolhido e mudo,
Que quem se cala quando me calei
Não poderá morrer sem dizer tudo.

Jose Saramago In OS POEMAS POSSÍVEIS

sábado, 7 de setembro de 2013

Caderno de receitas





Caderninho de receitas fofo que fiz pra mim com a técnica de cartonagem.
Amei o resultado!